POLÊMICA: Após cortar benefício, prefeitura regulamenta adicional de periculosidade para agentes de trânsito

Uma grande insatisfação tem tomado conta de parte dos servidores da Semob de Presidente Prudente. Segundo, o que o Diário de Prudente apurou, o pagamento de adicional de periulosidade (30% do salário base) foi interrompido no último mês de março, onde inclusive alguns servidores tiveram que devolver valores já recebidos.

Na última segunda-feira, 31 de março, a Câmara de Vereadores aprovou o Projeto de Lei nº 53/19, de autoria do prefeito Milton Carlos de Mello, Tupã, que regulamenta o pagamento de periculosidade somente aos agentes de trânsito, colocando regras para quando e como estes servidores poderão ser beneficiados.

O secretário de administração, Celso Gazolla Bondarenko, disse ao Diário que “da forma como estava sendo pago, muita gente que não era agente de trânsito poderia receber”.

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Insatisfação

Em conversa com funcionários da secretaria, pelo menos dois alegaram que existem “desvios de função”, onde servidores estão fazendo a função que outros deveriam fazer, e por sua vez, esses outros também estariam fazendo funções para a qual não são de suas atribuições.

“Tem muitas coisas que achamos que iriam melhorar, mas está muito desorganizado. E agora tiram a periculosidade e depois retornam com através de uma nova lei municipal, sendo que pela legislação trabalhista federal todos agentes tem direito.”, disse um agente.

Não há pagamentos por horas extras.

Sintrapp

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Presidente Prudente e Região (Sintrapp) protocolou um ofício junto à Secretaria Municipal de Administração exigindo esclarecimentos sobre a suposta revisão e interrupção do pagamento do Adicional de Periculosidade aos agentes de trânsito do município.

A decisão da Prefeitura de revisar o direito chegou ao conhecimento do sindicato, que acionou a administração pública para obter informações detalhadas sobre o ocorrido. No documento enviado ao Executivo, o Sintrapp solicita o fornecimento do Laudo de Periculosidade que reconheceu o adicional para a categoria, o fornecimento do Laudo que, supostamente, reavaliou e concluiu pela inexistência da periculosidade e a relação contendo o período em que cada agente recebeu o Adicional de Periculosidade.

Agentes sobrecarregados

Segundo apurou o Diário de Prudente, o município tem 14 agentes de trânsito que se revesam para para fiscalizar ônibus, ruas, realizar vistoria de motoristas de app, táxi, moto táxi. Eles trabalham em escada de 12/36.

Outro agente disse que eles não tem tido treinamentos, inclusive para novas atribuições que foram atribuidas.

Confira a nova lei:

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